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Mentalidade

10 hábitos que me ajudaram a voltar a gostar de mim

Descubra os 10 hábitos que me ajudaram a recuperar minha autoestima, reconectar comigo mesma e voltar a gostar de mim, de quem vejo no espelho.

Teve uma fase da minha vida em que eu me olhava no espelho e não me reconhecia. Não era só o corpo, era a energia, a leveza, a mulher que eu sentia ter perdido no meio dos relacionamentos, da correria, das cobranças e da comparação com os outros.

Foi quando percebi que eu precisava voltar a gostar de mim, e isso não aconteceria da noite pro dia.

Comecei a mudar aos poucos, um hábito por vez, e o que parecia impossível foi se tornando natural. E agora, depois dessa jornada, quero compartilhar os 10 hábitos que me ajudaram a reencontrar minha melhor versão.

10 hábitos que me ajudaram a voltar a gostar de mim

Comecei a me tratar como trataria uma amiga

Percebi que eu era dura demais comigo mesma. Nas minhas conversas internas, usava palavras que jamais diria a alguém que amo.

Trocar a autocrítica por autoacolhimento foi o primeiro passo para recomeçar. Aprendi a dizer pra mim: “Está tudo bem não dar conta de tudo”.

Troquei a pressa por presença

Eu vivia acelerada, querendo resolver tudo rápido, inclusive minha autoestima. Achava até que este processo seria de um dia para o outro.

Mas aí eu aprendi a respirar e a estar inteira no momento, comecei a perceber beleza nas pequenas coisas: o café, o pôr do sol, o treino, o silêncio.

Gostar de mim também passou a significar viver no meu tempo, mesmo que em muitas situações ele seja um pouquinho mais acelerado do que de outras pessoas.

Fiz do movimento um compromisso comigo

O treino funcional me ensinou mais sobre amor-próprio do que qualquer espelho.

Não treino mais pra caber num padrão, treino pra me sentir viva, forte e livre. Para um dia ser uma velhinha que vai ao banheiro sozinha e tem autonomia para fazer as coisas que gosta.

Cada gota de suor é uma prova de que estou cuidando de mim com amor.

Cuidei do meu corpo sem castigo

Aprendi a comer bem sem culpa, a descansar sem me sentir preguiçosa e a entender que cuidar do corpo é respeitar seus limites, não punir seus excessos.

Hoje, equilíbrio é a palavra que guia minhas escolhas, mas sempre lembrando que também não posso me permitir demais.

Diminuí o tempo de tela e aumentei o de leitura

Comparar minha vida com a dos outros estava drenando minha energia e gerando cobranças em excesso.

O que eu fiz? Em alguns momentos do dia eu troquei telefone pelo Kindle, passei a ler mais e este hábito não apenas me ajudou a olhar mais para dentro, como também a aprender muitas coisas novas.

A leitura também me ajuda a diminuir a confusão mental e silenciar muitos dos barulhos que ficam na minha mente.

O silêncio me fez reencontrar minha própria voz.

Criei rituais simples de autocuidado

Um banho demorado, um livro antes de dormir, cuidar da pele, acender uma vela… Essas pequenas coisas me lembram todos os dias que eu mereço meu próprio tempo.

Autocuidado é o jeito mais bonito de dizer: “eu importo”.

Escrevi sobre gratidão

Comecei a colocar no papel todas as coisas pelas quais eu sou grata na minha vida, no meu dia a dia.

Quando a gente começa a olhar com olhos mais gratos para tudo o que temos, para onde nossas escolhas nos levam, a vida fica mais leve, valorizamos mais as nossas conquistas e nos sentimos mais fortalecidas para continuar o caminho.

Agradecer virou o hábito mais gostoso do meu dia.

Reaprendi a me elogiar

Por muito tempo, o “parabéns pra mim” soava estranho, por vários motivos. Em alguns momentos eu achava que não estava fazendo mais do que a minha obrigação, em outros que tinha até feito pouco e nunca estava satisfeita.

Hoje, eu celebro minhas conquistas, as grandes e as pequenas.

Falar bem de si mesma é uma forma de cura.

Escolhi me cercar de pessoas leves

Nem todo mundo cabe em todas as fases da nossa vida, e está tudo bem.

Entendi que pra me gostar de novo, eu precisava escolher ambientes e pessoas que me faziam bem. Lugares em que eu pudesse ser eu mesma, sem me sentir julgada ou diminuída.

E isso incluiu me afastar de pessoas e lugares que só pesavam a alma.

Passei a me conectar mais com a minha fé

Estudar sobre fé, espiritualidade, energias e conexões, me ajudou a fortalecer a minha fé e confiar mais nos caminhos traçados por Deus.

Essa conexão também me fez praticar mais a caridade e doar aquilo que tenho de mais valioso, o meu tempo. E, isso tudo me fez Ela me fez ver que a vida não precisa estar perfeita pra ser boa, ela só precisa ser real.

A cada momento de estudo, de novo entendimento, de trabalho com o outro, eu me lembrava que gostar de mim é também gostar da minha história.

Voltar a gostar de mim não foi um “antes e depois”, foi um processo cheio de quedas, recomeços e aprendizados. E hoje eu sei: quando a gente escolhe se cuidar com amor, tudo muda ao redor.

Se você também está nesse caminho, lembre-se: não é sobre ser perfeita, é sobre se permitir florescer de novo.

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